Homem é detido em Porto Velho por ameaçar pré-candidato à Presidência
Suspeito de ameaçar Ronaldo Caiado via redes sociais foi localizado em Porto Velho após ação conjunta entre polícias de Rondônia e Goiás.
Um indivíduo foi conduzido pelas autoridades policiais em Porto Velho, capital de Rondônia, sob a suspeita de proferir ameaças contra o pré-candidato ao cargo de Presidente da República, Ronaldo Caiado. A ação ocorreu na última quinta-feira, dia 30, sendo resultado de uma operação integrada entre a Polícia Civil de Goiás e a Polícia Civil de Rondônia.
Conforme apurado pelos investigadores, o suspeito utilizava a plataforma Instagram para enviar mensagens intimidatórias diretamente nos perfis oficiais do político. Nos textos publicados, o homem mencionava explicitamente o emprego de armamento de fogo. Diante da gravidade das postagens, o político formalizou uma queixa oficial, dando início ao rastreamento do autor das mensagens pelas forças de segurança goianas, que identificaram a localização do suspeito em solo rondoniense.
Após ser localizado e levado à delegacia na capital de Rondônia, o homem prestou depoimento e assinou um termo de compromisso, comprometendo-se a comparecer perante o Poder Judiciário sempre que for solicitado. Seguindo os trâmites legais para esse tipo de delito, ele foi liberado e responderá ao processo em liberdade. O caso é tratado pelas autoridades como crime de ameaça, conforme as diretrizes do Código Penal brasileiro.
Além do episódio envolvendo o pré-candidato, registros policiais anteriores apontam que o investigado possui um histórico de condutas antissociais na região. Entre os fatos notificados, consta uma ocorrência na qual ele teria arremessado blocos de concreto contra automóveis enquanto conduzia uma motocicleta pelas vias públicas de Porto Velho.
A identidade do envolvido não foi revelada pelos órgãos competentes. O inquérito segue em fase de análise judicial, e o suspeito permanece à disposição da Justiça para as etapas subsequentes do processo. Para a população de Porto Velho, o caso reforça a importância do monitoramento de crimes cibernéticos e a atuação conjunta entre as polícias estaduais para garantir a segurança pública e a integridade de figuras públicas, independentemente de onde o crime tenha sido originado.
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